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Como fazer a gestão de SST em tempos de mudanças?

Atualizado: 7 de out. de 2020

A pandemia de COVID-19 trouxe para nossas vidas e para o ambiente empresarial um cenário de incertezas e inseguranças. Algo completamente inédito. Diante de uma crise de saúde que impactou todos os setores, a gestão de SST – Saúde e Segurança do Trabalho, ganhou maior relevância dentro das organizações.


O principal avanço na área de saúde ocupacional se deu em função do teletrabalho. Popularmente conhecido como home-office. A modalidade, que já estava regulamentada pela última atualização da reforma trabalhista de 2017, tornou-se o modelo de trabalho mais viável para as empresas prosseguirem em suas atividades operacionais sem comprometer a segurança e o bem-estar dos colaboradores.


No início da pandemia as organizações se viram obrigadas a adaptar rapidamente seus modelos. De acordo com uma estimativa do Ipea – Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, mais de 20 milhões de colaboradores passaram de um modelo presencial para o teletrabalho. Em meados de julho o Brasil começou lentamente a flexibilizar a quarentena. Com o retorno gradativo de novas e rígidas diretrizes dos órgãos de saúde, a área de medicina ocupacional e a gestão de SST se viu mais uma vez obrigada a uma rápida adaptação.

Gestão de SST em tempos de mudança

Quando a mudança constante o “novo normal” adaptar-se rapidamente pode ser o fator decisivo entre sobreviver ou fechar as portas. A gestão de mudança, quando aplicada à saúde e segurança do trabalho é definida por um processo estruturado capaz de acompanhar os ritmos de transformação. Para trazer celeridade é possível aplicar um conjunto de ferramentas principalmente relacionados a gestão de pessoas.


Adaptar os colaboradores a uma nova realidade certamente é um grande desafio. É preciso treinar os funcionários em todos os níveis e camadas da empresa. Começando pelas equipes, gestores até chegar a alta diretoria da organização.


Vimos isso acontecer em relação ao teletrabalho. As lideranças tiveram de orientar suas equipes sobre rotinas de trabalho à distância, ergonomia dos ambientes home-office. Outro fator foi a “fiscalização” do cumprimento das normas de saúde e segurança. Afinal, como garantir que os colaboradores estavam exercendo as atividades sem prejuízos à saúde? Cumprindo a jornada corretamente, assim como os intervalos de descanso?


Atualização constante

Quando o assunto é gestão de mudança um grande desafio é a atualização constante. Grande parte das pessoas são resistentes às mudanças e isso é um fator complicante para todo gestor. A gestão de SST depende, portanto, de um olhar atento. A medicina do trabalho precisa inovar em processos e lançar mão das tecnologias disponíveis, do conhecimento da legislação e das boas práticas no ambiente ocupacional. Como por exemplo oferecer ferramentas de teleatendimento e consultas médicas para os colaboradores como um benefício para a saúde dos mesmos.


Uma boa gestão em tempos de mudança precisa olhar para os riscos e buscar prever os fatores que podem impactar a empresa negativamente.

Uma coisa é fato, quando feita de maneira correta, a gestão de SST agrega valor a cultura organizacional pois desenvolve competências relacionadas ao planejamento e execução das atividades, prioriza a capacidade de trabalho em equipe e promove o bem-estar e a segurança em todos os processos da empresa.

Procure uma consultoria especializada

A gestão de mudança, assim como a gestão de saúde, são grandes desafios para qualquer organização. Para ter sucesso na implementação desse tipo de sistema, a empresa precisa buscar uma consultoria especializada.

O projeto de gestão de SST dependerá do diagnóstico dos riscos, das demandas especificas da empresa e de quanto a organização está afastada das melhores práticas do mercado. No entanto, mudanças devem ser planejadas de forma sistemática e contar com a orientação externa pode garantir mais eficiência nesse processo. Procure a Asonet para fazer a sua gestão de SST em tempos de mudança. Entre em contato para fazer um orçamento sem compromisso.


Este artigo foi escrito por Juliana Colognesi

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