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Sintomas de COVID-19: faça o teste rápido e descubra se você está com a doença

Atualizado: Out 8

O número de casos do novo Coronavírus no Brasil não param de crescer. Os maiores especialistas de virologia e infectologia do país afirmam que em maio iremos vivenciar a fase mais aguda de propagação e contágio da doença. No entanto, qualquer análise científica que consiga prever os próximos passos do governo em relação ao relaxamento da quarentena e a retomada da economia dependem de uma investigação sobre a quantidade de casos já registrados no Brasil. Fazer um levantamento das pessoas que já foram infectadas, que estão com os sintomas de COVID-19, ou que já possuem uma resposta imune ao vírus é primordial nesse momento.


O que é o novo COVID-19 e como prevenir o contágio?

O coronavírus (COVID-19) é uma doença infecciosa causada por um vírus, foi descoberto em dezembro de 2019 após os primeiros casos terem sido registrados na China. Na maioria dos pacientes a doença apresenta sintomas leve de gripe, mas ela também pode ser extremamente agressiva em alguns pacientes. Causando problemas respiratórios com grande dificuldade para respirar e atacando o sistema imunológico de maneira severa. Da mesma forma, por ser uma doença recém descoberta ainda não existe vacina, remédios com eficácia comprovada ou mesmo protocolo de tratamento.


A principal forma de contágio é ter contato com uma pessoa infectada, que transmite o vírus por meio de tosse e espirros. A doença também se propaga quando a pessoa toca em uma superfície ou objeto contaminado e depois leva a mão aos olhos, nariz ou boca.


As recomendações do Ministério da Saúde e da Organização Mundial de Saúde para evitar a propagação do vírus incluem lavar regularmente as mãos. Cobrir boca e nariz com a parte interna do cotovelo ou com lenço descartável ao tossir e espirrar. Não tocar olhos, nariz e boca. Manter distância segura entre as pessoas e evitar contato próximo com pessoas que apresentem sintomas gripais que são muito parecidos com os sintomas de COVID-19.


Quais são os principais sintomas de COVID-19?

Apesar de ser uma doença nova a COVID-19 é uma variante da SARS – Síndrome respiratória aguda grave. A resposta do organismo ao ataque do vírus é se proteger contra uma infecção. A maioria dos pacientes apresenta febre, fadiga, dor de cabeça, tosse seca, incômodo e dores de garganta.


Aproximadamente 80% das pessoas que contraem o coronavírus se recuperam sem precisar de tratamento especial, inclusive algumas pessoas são infectadas, mas não apresentam sintomas e não se sentem mal. No entanto, 1 em cada 6 fica gravemente doente e desenvolve dificuldade em respirar. Pessoas idosas e que têm problemas crônicos, como: asma e bronquite, pressão alta, problemas cardíacos ou diabetes, têm maior probabilidade de progredir na doença de forma grave. Pessoas com febre alta, tosse e dificuldade em respirar devem procurar orientação médica


Como muitos dos sintomas da COVID-19 se assemelham a de um resfriado comum a melhor maneira de confirmar a infecção é realizando um teste para detectar a presença do vírus no organismo, ou então um teste que aponte para os níveis de anticorpos produzidos entre os pacientes que já tiveram a doença.


Por que você deveria fazer o teste rápido em uma clínica de confiança?

Aumentar a testagem de pacientes e acompanhar de perto a evolução da doença, bem como a propagação são a esperança para o fim do isolamento social. Existem hoje basicamente dois tipos de teste:


A metodologia PCR é capaz de detectar a presença do Vírus. O exame é feito com material coletado da garganta e do nariz (em ambientes hospitalares, pode ser utilizada secreção do pulmão). Utilizando técnicas de biologia molecular, o teste detecta o material genético do vírus na amostra do paciente.


Já a sorologia são testes imunológicos capazes de detectar os níveis de anticorpos IgM e IgG em amostra de sangue do paciente. É aconselhado para pacientes com sintomas a partir do 10 dia de sintomas, tempo que leva para os anticorpos começarem a ser produzidos pelo organismo. Ressaltamos que um resultado negativo não exclui a presença da doença. O teste pode dar negativo em pacientes que estão há poucos dias infectados e que ainda não desenvolveram o sistema imunológico.


Os testes rápidos de IgG e IgM são indicados para:

  1. Pessoas com sintomas há pelo menos 10 dias.

  2. Trabalhadores afastados por suspeita de COVID-19, que iniciaram os sintomas há 10 dias e estão começando a se recuperar ou que já estejam assintomáticos.

  3. Pessoas assintomáticas que tiveram contato próximo nos últimos 20 dias com pessoas diagnosticadas com COVID-19.

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Fim do isolamento e retomada da economia

O fim do isolamento social é algo imprescindível para a retomada econômica. No entanto, é primordial para preserva a saúde e a vida de milhares de pessoas que qualquer afrouxamento da quarentena seja feito com responsabilidade e cautela. Tomar conhecimento sobre as pessoas que estão imunizadas é determinante para apontar quem são os trabalhadores e profissionais que estão preparados para voltar às suas rotinas. Também é fundamental identificar quem são os profissionais de saúde que podem voltar a linha de frente e atender a população. Ainda não sabemos durante quanto tempo o corpo fica imune ao vírus, se essa resposta de anticorpos dura longos meses ou um período mais curto de tempo.


Quais as iniciativas da ASONET Ocupacional diante do COVID-19?

Apoiamos e seguimos a risca todas as diretrizes dos órgãos oficiais. Portanto, desde que o surto começou em São Paulo nossas unidades adotam novas medidas para preservar a saúde de todos. Por exemplo:

  1. Higienização das área comum com maior frequências e manter as áreas devidamente ventiladas.

  2. Uso de EPIs para coleta de exames, incluindo máscara cirúrgica, luvas, avental, touca e óculos de proteção

  3. Reduzir a quantidade de atendimentos ao longo do dia, e só fazer atendimentos com hora marcada, para evitar aglomerações;

  4. Monitoramento da temperatura corporal do trabalhador que estiver nas nossas dependências fazendo exames, alertar ao Rh quando houver febre superior ou a 37,5 ºC;

  5. Encaminhar todos os pacientes que estiverem apresentando febre para uma unidade de saúde e orientar que ele responda o questionário conforme protocolos da OMS;

  6. Aumentar a disponibilização do álcool em gel em nossas dependências;

  7. Os profissionais da clínica foram orientados a lavar as mãos extensivamente e fazer assepsia de objetos, após cada atendimento;

  8. Em casos de suspeição de contágio, o Rh será orientado como proceder para encaminhar os trabalhadores ao Posto de Saúde;

  9. Orientamos que todos os trabalhadores com suspeita de diagnóstico de gripe, devem procurar o posto de saúde;

Se a sua empresa está funcionando mesmo durante o isolamento social ou se você está se preparando para voltar às atividades, entre em contato com a Asonet. Podemos ajudá-lo na criação e implementação de novas rotinas e protocolos de saúde alinhado com as diretrizes da OMS e do Ministério da Saúde.


Entre em contato com nossa equipe de especialistas e descubra como podemos te ajudar.


Este artigo foi escrito por Juliana Colognesi

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